Muitos jovens que estão terminando o ensino médio pensam em começar a trabalhar e acabam deixando os estudos para mais tarde. Será que esta a melhor opção?
Atualmente não basta querer, nos precisamos ter a qualificação necessária para ingressar no mundo do trabalho.
Quando a economia ainda ocupava bastante mão-de-obra no setor primário, as grandes famílias colocavam seus filhos nos trabalhos, e não se preocupavam com a escola, porque devido à pobreza, mais valia ganhar o tempo com dinheiro do que gasta-lo em livros. Essa concepção veio mudando com o passar do tempo, mas, os erros do passado ainda repetem-se nos dias atuais, onde a precoce entrada de jovens no mercado de trabalho impede uma melhor qualificação e só aumenta as chances de exclusão social.
Após a revolução tecnocientífica o mercado de trabalho começou a se fazer maiores exigências, onde os trabalhos mais simples passam a ser realizados por maquina e os cargos disponíveis para o cidadão envolviam a manipulação de programas mecanizados. Então já não era mais possível a ocupação desses cargos sem estudo.
As novas exigências causaram grande desemprego, levando muitas pessoas a trabalhos informais e outros a voltarem aos estudos, em busca de especialização para conseguir oportunidades.
A condição mínima para ser aceito no mercado de trabalho é possuir o ensino médio que será capaz de oferecer empregos com baixa remuneração, somente garantindo a sobrevivência digna do trabalhador.
A tendência do mercado de trabalho é que cada vez mais se aumente os critérios necessários para a aceitação de pessoas, que sejam capacitadas e possam aderir as constantes novidades tecnológicas, suprindo o consumismo crescente.
É necessário que haja incentivos ao estudo, políticas que ofereçam a chance de realizar-se um curso superior, sem distinção de raças ou classes sociais, a todos aqueles sem condições financeiras.
Com apostas na educação teremos a iniciativa perfeita de um pais com portas abertas para o conhecimento e a melhor qualidade de serviços.
Escrito por: Adaiana Bonette Pinheiro
Turma: 32
Atualmente não basta querer, nos precisamos ter a qualificação necessária para ingressar no mundo do trabalho.
Quando a economia ainda ocupava bastante mão-de-obra no setor primário, as grandes famílias colocavam seus filhos nos trabalhos, e não se preocupavam com a escola, porque devido à pobreza, mais valia ganhar o tempo com dinheiro do que gasta-lo em livros. Essa concepção veio mudando com o passar do tempo, mas, os erros do passado ainda repetem-se nos dias atuais, onde a precoce entrada de jovens no mercado de trabalho impede uma melhor qualificação e só aumenta as chances de exclusão social.
Após a revolução tecnocientífica o mercado de trabalho começou a se fazer maiores exigências, onde os trabalhos mais simples passam a ser realizados por maquina e os cargos disponíveis para o cidadão envolviam a manipulação de programas mecanizados. Então já não era mais possível a ocupação desses cargos sem estudo.
As novas exigências causaram grande desemprego, levando muitas pessoas a trabalhos informais e outros a voltarem aos estudos, em busca de especialização para conseguir oportunidades.
A condição mínima para ser aceito no mercado de trabalho é possuir o ensino médio que será capaz de oferecer empregos com baixa remuneração, somente garantindo a sobrevivência digna do trabalhador.
A tendência do mercado de trabalho é que cada vez mais se aumente os critérios necessários para a aceitação de pessoas, que sejam capacitadas e possam aderir as constantes novidades tecnológicas, suprindo o consumismo crescente.
É necessário que haja incentivos ao estudo, políticas que ofereçam a chance de realizar-se um curso superior, sem distinção de raças ou classes sociais, a todos aqueles sem condições financeiras.
Com apostas na educação teremos a iniciativa perfeita de um pais com portas abertas para o conhecimento e a melhor qualidade de serviços.
Escrito por: Adaiana Bonette Pinheiro
Turma: 32
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